Arquivos Diários: 24 abril, 2020

Laparoscopic JEJUNOSTOMY

Many oncological patients with upper gastrointestinal (GI) tract tumours, apart from other symptoms, are malnourished or cachectic at the time of presentation. In these patients feeding plays a crucial role, including as part of palliative treatment. Many studies have proved the benefits of enteral feeding over parenteral if feasible. Depending on the tumour’s location and clinical stage there are several options of enteral feeding aids available. Since the introduction of percutaneous endoscopic gastrostomy (PEG) and its relatively easy application in most patients, older techniques such as open gastrostomy or jejunostomy have rather few indications.

The majority of non-PEG techniques are used in patients with upper digestive tract, head and neck tumours or trauma that renders the PEG technique unfeasible or unsafe for the patient. In these patients, especially with advanced disease requiring neoadjuvant chemotherapy or palliative treatment, open gastrostomy and jejunostomy were the only options of enteral access. Since the first report of laparoscopic jejunostomy by O’Regan et al. in 1990 there have been several publications presenting techniques and outcomes of laparoscopic feeding jejunostomy. Laparoscopic jejunostomy can accompany staging or diagnostic laparoscopy for upper GI malignancy when the disease appears advanced, hence avoiding additional anaesthesia and an operation in the near future.

In this video the author describe the technique of laparoscopic feeding jejunostomy applied during the staging laparoscopy in patient with advanced upper gastrointestinal tract cancer with co-morbid cachexy, requiring enteral feeding and neoadjuvant chemotherapy.

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Ozimo Gama’s Social Medias

 

#AnatomiaHumana #CirurgiaGeral #CirurgiaDigestiva #TheSurgeon

Traqueostomia

Basicamente, existem quatro situações que indicam a realização de traqueostomia: prevenção de lesões laringotraqueais pela intubação translaríngea prolongada; desobstrução da via aérea superior, em casos de tumores, corpo estranho ou infecção; acesso à via aérea inferior para aspiração e remoção de secreções; e aquisição de via aérea estável em paciente que necessita de suporte ventilatório prolongado.

A substituição do tubo endotraqueal pela cânula de traqueostomia ainda acrescenta benefícios, proporcionando conforto e segurança do paciente. Algumas sociedades americanas sugerem que a traqueostomia deva ser sempre considerada para pacientes que necessitarão de ventilação mecânica prolongada, ou seja, por mais de 14 dias.

Muitas vezes, a decisão de se realizar uma traqueostomia é tomada pelo julgamento clínico de médicos, principalmente aqueles que trabalham em unidades de terapia intensiva. Isso envolve a análise de múltiplos fatores, tais como as características de cada paciente, o motivo pelo qual ocorreu a intubação, doenças associadas, resposta ao trata-mento e prognóstico individualizado. Embora haja uma tendência de indicação de traqueostomia precoce em pacientes neurocríticos e com trauma grave.

Benefícios Clínicos:

  1. Diminuição do trabalho respiratório
  2. Melhora da aspiração das vias aéreas
  3. Permitir a fonação
  4. Permitir a alimentação por via oral
  5. Menor necessidade de sedação
  6. Redução do risco de pneumonia associada à ventilação
    mecânica
  7. Diminuição do tempo de ventilação mecânica
  8. Diminuição do tempo de internação em unidades de terapia
    intensiva
  9. Redução da mortalidade

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